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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Terror

Filmes, games, livros... por que as pessoas apreciam tanto este gênero?

É só puxar pela memória para notar. Filme de terror sã sempre os que mais marcam as épocas e entram pra história. Claro que os filmes são marcantes devido a revolução para cada era. Por isso mesmo, não importa em que geração você nasceu, quem nunca ouviu falar de Sexta Feira 13 (o Jason que apavorou a vizinhança de Crystal Lake), Chucky – O Brinquedo Assassino, Poltergeist, A Hora do Pesadelo (Freddy Krueger impediu muitos cinéfilos de dormir a noite), O Exorcista e derivados? O sucesso é tão grande que até hoje ainda se vendem produtos como bonecos, camisetas, edições de luxo e remasterizadas dos longas em blu-ray e DVD. A Hora do Pesadelo recentemente foi regravado, passando pelos cinemas brasileiros.


Por que será que as pessoas admiram tanto tomar sustos e passar medo no cinema ou em frente a TV? Acredito que seja pela ânsia de uma nova experiência. Ou a procura da prova de que aquilo realmente vai assustá-la. Claro que tendo a certeza de que, mesmo que assuste, continuará ali sã e salva em sua poltrona. É um medo não prejudicial, um medo que não dá medo, o medo como forma de lazer e diversão.


Diretores, atores, escritores, a maioria deste meio do suspense maligno se tornam notáveis em meio a mídia. Nomes como Stephen King, Vincent Price e Alfred Hitchcock são reconhecidos por criarem verdadeiras séries assustadoras, sem permitir que a história do filme se perca em meio a trama de sangue. Stephen King teve por muitas vezes a maioria de suas obras transformadas em filmes, como o famosíssimo O Iluminado, estrelando Jack Nicholson num papel inesquecível como o protagonista psicopata da primeira versão do longa. Alfred Hitchcock dos mais antigos, criou célebres obras que até hoje são lembradas, como o famoso (não só o filme como o logo da ‘faca no chuveiro’ e a música de suspense) Psicose e Os Pássaros.


Atualmente, os filmes orientais vem ganhando destaque em meio ao ramo do terror. O Grito, O Chamado, Espíritos, Visões, são filmes orientais que trazem o inimigo típico, um espírito de uma moça branca com cabelo comprido caído no rosto e olhar arregalado de morta, e acaba assustando bem mais do que o clássico assassino louco.
Já na trama de serial killer, a série Jogos Mortais ganhou destaque ao mostrar um assassino sem escrúpulos porém inteligente, revolvendo suas vítimas, as quais não dão valor a vida que tem, em situações macabras com quebra cabeças envolvendo a própria sobrevivência. O sucesso é tanto que a série encerrou a história inteira apenas no sétimo filme, recentemente nos cinemas.


Já nos games de horror, a teoria é a mesma. Só muda a prática na qual, ao invés de assistir, você precisa raciocinar e redobrar a atenção para jogar. Os gamers começaram a não querer mais jogar videogame sozinhos no quarto quando a Capcom decidiu lançar um game chamado Resident Evil. O novo sistema 3D que exigia mais precisão nos comandos e conhecimento da área do jogo (uma mansão), somado com a terrível premissa de ter que atirar em zumbis sangrentos e monstros infernais deixaram muitos nervos em frangalhos. Mas até então, o terror virtual era físico, ou seja, o inimigo está ali, basta você atirar nele. Isto é, até a Konami lançar o infame Silent Hill. Com um enredo chamativo que mistura rituais satânicos e demônios e novas formas de inimigos, o game revolucionou por lançar um novo modo de terror. Ele não é mais físico, porém psicológico. Você ouve sons, lamúrias e batidas, que vão ficando cada vez mais alto, porém não importa aonde você procure, o inimigo não está lá. E quando estiver, vai aparecer de um modo não muito agradável. Isso fez muitas testas suarem até o lançamento de Fatal Frame. Aqui, espíritos são os inimigos assustadores. Nenhuma novidade até então. Apenas no modo de combate sendo que agora não são mais armas de fogo, e sim uma câmera fotográfica. Aquele close no rosto do fantasma pouco antes de te atacar é o que irá causar mais danos, mas também afligir mais terror a quem joga. Assim como citei sobre os filmes orientais no inicio do post, Fatal Frame é um típico game de terror japonês, com inimigos característicos dos filmes.

Finalizando, não importa o modo que ele chegue até você, as obras de terror podem acontecer em qualquer cenário com qualquer tipo de personagem e com vários tipos de vilões, sendo esse um dos pontos que distingue o gênero dos outros e o torna mais atrativo e interessante. Agora que você já leu, tá a fim de assistir comigo Olhos Famintos? Mas comenta antes! ;D

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Dica de site: Cidadania no ar

O público alvo deste blog em sua grande parte são cinéfilos, gamers e fãs de música. O que todos estas pessoas tem em comum é que todos são internautas, por estarem acessando a internet e acompanhando os textos que aqui posto. É com esse intuito que inauguro no blog hoje mais um dica.

Iniciando a seção, decidi recomendar um site diferente, criativo e instrutivo.


Com o objetivo de divulgar a leitura e de fornecer dicas de um modo saudável de se conviver em sociedade, o Cidadania no Ar é um ótimo endereço para quem passa tempo online, mas ao mesmo tempo pretende adquirir conhecimento, concorrer à prêmios e aprender curiosidades.

O website constantemente sorteia livros testando o conhecimento do internauta sobre as cidades brasileiras, premiando-os com, além dos livros, ingressos de cinema e teatro!

Com um vasto banco de dados, o site mantido pelo Wordpress fornece também dicas de cinema, eventos, música e, é claro, cidadania.

Com um layout limpo e serviços altamente prestativos, o website Cidadania no Ar é um exemplo de cidadania por si só. Acesse!

http://www.cidadanianoar.com.br

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fim de enquete 1!

O que há de pior na geração musical atual?

Segundo os 58 internautas que participaram da primeira votação, o que há de pior na geração musical de hoje, entre Justin Bieber e derivados; Restart, Cine e derivados; e Funk carioca, o esdrúxulo funk carioca foi o vitorioso (se é que isso é uma vitória) com 26 votos!

Enquanto Justin Bieber possui produção e gravadora porém pede melhores composições, e bandas coloridas como Restart, Cine e Hori pedem melhor desempenho vocal e letras mais construtivas, o funk carioca não possui simplesmente nada de produtivo.
O ‘ritmo’ traz “MCs” sem nenhuma potência vocal, letras sem quaisquer conteúdo, batidas sem melodia e harmonia e coreografias maliciosas, fazendo assim total jus ao resultado da primeira enquete do blog!

Corroborando este resultado, não deixe de ler o post “Quem não tem talento faz funk. Procede?” publicado dia 4 de outubro neste mesmo blog!


Participe da nova enquete de número 2 logo a esquerda! Será finalizada no fim do dia de domingo!


• Em quem você vai votar no segundo turno das Eleições 2010? •
- José Serra -
- Dilma Rousseff -
- Branco / nulo -
- Não voto ainda -

domingo, 24 de outubro de 2010

Dica de filme: Toy Story 3

Lá no ano de 1995 surgia uma nova forma de se fazer desenhos. Aqueles traços coloridos e animados de O Rei Leão, Aladdin e Anastasia deram lugar a filmes produzidos com computação gráfica e, com isso, o surgimento do sucesso da empresa de 1988, da Walt Disney Pictures, a Pixar, especialista neste ramo de filmes.

O primeiro longa lançado pela produtora foi o primeiro Toy Story, inaugurando ao mundo um novo modo de se filmar desenhos animados dirigidos ao público infantil. Logo no inicio, a tecnologia, ainda primitiva e engatinhando neste novo quesito, só era capaz de filmar com gráficos de movimentos mais simples, por isso Vida de Inseto e Toy Story estrelam, respectivamente, insetos e bonecos. Claro que futuramente as obras tornaram-se cada vez mais reais, com aparição de água, objetos molhados, peludos, etc, como pudemos conferir em Monstros S.A., Procurando Nemo e Os Incríveis.

Demorou, mas a terceira parte do pioneiro Toy Story chegou, e consegue ser mais divertido e emocionante que os dois primeiros. Enquanto no primeiro filme Woody deve lutar para salvar seu novo amigo astronauta Buzz Lightyear das garras do vizinho maldoso, no segundo o caubói conhece seus companheiros mais leais, a vaqueira Jesse e seu cavalo Bala no Alvo. A boneca mais vendida do mundo, Barbie, dá as caras também no segundo filme.

Na terceira parte, Woody, Buzz e seus amigos brinquedos se deparam com o dia que todos temiam, embora soubessem que chegaria: Andy não é mais uma criança. Sendo assim, sua partida pra faculdade faz com que precise deixar seus velhos brinquedos pra trás, até porque eles não tem mais utilidade para o rapaz. Deste modo, os brinquedos discutem o que fazer, se serão jogados no lixo, abandonados, doados ou deixados no sótão. De qualquer forma, a turma vai parar em uma creche de onde pretendem escapar visto que as comodidades e residentes não são nada convidativos! Assista o trailer dublado abaixo!




Os mais fanáticos sentirão falta de certos personagens dos primeiros filmes...

Com uma história original seguindo a trilha dos anteriores, Toy Story 3 é comédia, aventura e até mesmo (um pouquinho de) drama, só assistindo para confirmar!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A violência dos video games realmente influencia os jovens?

Tema polêmico sujeito à pesquisa e estudo, não apenas pelo governo americano, mas também pelo os do mundo afora


Que é verdade que os videogames a cada dia que passa tornam-se mais violentos, isso é. Mas será que toda esta carnificina virtual atinge a mente dos jogadores? O que você acha?
Protagonista Leon S. Kennedy, de
Resident Evil 4, é atacado por inimigo

No mundo inteiro, principalmente nos EUA, a censura pega tão pesado com games quanto com filmes.

Foi-se o tempo em que pular na cabeça de tartarugas era sinônimo de game mais vendido. Embora ainda existam games família hoje em dia e os clássicos não tenham perdido seu louvor, os mais populares e recordistas de vendas são os sanguinários, aonde o jogador incorpora um bandido impiedoso que rouba carro e mata inocentes nas ruas ou um ninja decepando seus rivais, com um belo banho de sangue na tela da sua TV.

O que torna um jogo desses atrativo para os gamers creio que seja a novidade e até emoção de agir como um personagem fictício, em eras desconhecidas, sombrias, antigas ou até mesmo em cenários atuais, porém com comportamentos que obviamente são errados na vida real.

Voltando a questão do título do post, a violência eletrônica e virtual influencia a mente imaginativa dos jovens? Se isso ocorre, certamente não é com todos jogadores.  Um belo exemplo sou eu mesmo. Dois games violentos que foram tomados como base no caso de dois estudantes americanos que entraram atirando em uma escola dos Estados Unidos são Quake e Doom. Ambos já finalizei, e nem por isso saí por aí matando gente. Talvez a pergunta devesse ser “o que faz a violência dos games influenciar na mente dos jovens?”


A faixa etária dos consumidores destes games é de 12 a 25 anos. Nem sempre o acesso a esse tipo de entretenimento ocorre na casa do garoto e, se ocorre, os pais não têm conhecimento do que está acontecendo até que o filho demonstre uma reação estranha na escola com os amigos. Com a pirataria solta dos jogos, a censura já não é mais uma solução para impedir que certos materiais adultos caiam em mãos infantis. Algumas crianças e adolescentes possuem traumas de infância, problemas familiares, gênio forte ou educação mal formada. Nestes casos, é mais do que claro que um personagem que possui opções de matar e esquartejar pedestres com gráficos tão perfeitos e detalhados pode influenciar na mente ainda não completamente instruída de uma criança ou adolescente.

Frisando que não são apenas games que podem atiçar as mentes de pessoas assim. Filmes, livros, vídeo-clipes e até música são grandes culpados por plantar imagens e ideias na cabeça do pessoal.

Porém, uma educação razoável e uma boa índole fazem com que nada disso corrompa a mente do ‘usuário’, permitindo-lhe assim desfrutar saudavelmente de qualquer tema de entretenimento, seja este violento ou não.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Você já...

 foi acusado de algo que não fez?

foi criticado por fazer o que gosta?

enfrentou pessoas que duvidam de sua preferência sexual pelo seu jeito de ser?


ajudou quem precisa e mesmo assim levou xingamento de outrem?


se enganou achando que agindo corretamente o mundo pegaria leve com você?


fez o seu máximo no serviço e mesmo assim continuaram pedindo mais de você?


sofreu fofocas e mentiras a seu respeito?

foi julgado por olhos maldosos por tentar fazer bem aos outros e acreditar no planeta?



Provavelmente você já passou por um ou mais dos acontecimentos acima.
Agora, somando a isso tudo, você já...

sofreu espancamento do seu pai quando criança?

foi cobrado pra trabalhar quando tinha 7 anos de idade?


morou em um cubículo com 9 irmãos tendo que fazer fila pra tomar banho?


sofreu acne grave na adolescência e gozação por parte de pai, irmãos e primos?



Não? Pois então, multiplique cada item por 100 e seja bem vindo ao mundo de Michael Jackson.


“Antes de me julgar, tente me amar.”
Música
Childhood - 1995

domingo, 10 de outubro de 2010

Falsos estilos

Dentro de nossa sociedade convivemos com o livre arbítrio. Isso significa que você tem a liberdade de fazer o que quiser, ser como quiser, vestir o que quiser... enfim, do modo que você gosta, prefere e se sente melhor.
Algumas pessoas adotam estilos. Isso inclui ouvir um tipo selecionado de música, andar com roupas de acordo, turmas, acessórios e derivados.

Eu particularmente não sou de turma alguma. Uso roupas normais, tradicionais, não sou de comprar óculos e agasalhos caros da marca “descolada” ou pulseiras de metal que outros acham “foda”, estojos de maquiagem ou penteados diferentes. Meu estilo é simples: só eu.
Porém acredito que se a pessoa adota um estilo é porque significa algo muito forte pra ela. Seja na sonoridade das músicas, nas vestimentas, a adoção de um estilo vai além de apenas apreciar determinado ritmo musical ou moda. São pessoas admiráveis que saem nas ruas algumas vezes de jeitos chamativos e esdrúxulos, mas estando bem consigo mesmas, e isso vem em primeiro lugar para todos.  Julgar alguém pelo jeito que se veste, pela música que curte, pelo estilo adotado, é ignorância. Você pode se surpreender do quanto estas pessoas que tem certas aparências, a seu ver, esquisitas, são legais, simpáticas e comunicativas.
Mas além de pessoas estilosas temos que conviver também com pessoas sem estilo algum querendo forçar-se a tornar-se alguma coisa. Imagine a cena, um adolescente que ouve muito Nightwish ou Black Sabbath por diversão acordando numa manhã refletindo ainda na cama: “Hoje acho que vou virar gótico ou metaleiro.”
Acredito que a busca repentina e incessante por um estilo vem da vontade de ser reconhecido por amigos, de se enturmar em grupos, comunidades, baseando-se apenas em vestimentas que acha bacanas ou músicas que gosta. Ou então causada por algum trauma ou revolta, no desespero de provar algo a alguém ou a si próprio. Deste modo, a pessoa acaba obrigando-se a ouvir outras bandas, ir a outras baladas e etc. que no fundo, no fundo ela não curte, mas faz por conta do estilo adotado. Só termina em caos.

Um estilo deve vir de dentro, do coração, não acordando numa manhã ou num relapso do nada resolvendo o que vai ser. É algo que, quando pensado da maneira certa e com um forte propósito de vida, funciona e torna-se algo bonito e bacana de se conviver junto.